As pessoas ao longo da história idealizam o vendedor como sendo uma pessoa que não tem opção de trabalho e por isso precisa bater de porta em porta no horário mais inconveniente possível para oferecer as bugingangas mais supérfluas do mundo. Um trabalho desses é sempre mal visto por todos, afinal quem não tem um amigo ou parente que se estrepou tentando ser vendedor? Começando sua vida profissional pelo emprego do jornal que dizia: “Possibilidade de ganhos ilimitados, não é necessário experiência nem referência”. Quase todos os marinheiros de primeira viagem embarcam nesse “cruzeiro rumo ao eldorado” acreditando que o primeiro emprego não é um bicho tão feio assim, só vão descobrir que o bicho é feio mesmo quando percebem que vender é mais complicado do que se pensa, porém extremamente útil.
A venda por sua vez é bastante interessante, dias atrás li em uma revista especializada (me perdoem por não me lembrar a fonte) um assunto que me chamou a atenção, segundo a matéria, uma pesquisa foi realizada na Europa e descobriram que a grande parte da riqueza mundial eram advinda de algum tipo de venda. Bill Gates não ficou bilionário porque desenvolveu o sistema operacional windows, aliás ele nem desenvolveu, comprou o projeto de jovens estudantes, seu grande trunfo foi justamente a escala de venda que conseguiu com seu sistema. Samuel Klein só se preocupou em produzir móveis depois que as Casas Bahia já era uma grande empresa comercial. A marca Coca Cola hoje vale mais do que toda sua estrutura física, isso porque seu nome representa uma grande capacidade de venda.
Se realmente analisarmos, perceberemos que a venda está em tudo, até mesmo naquilo que achamos que não tem nenhum relacionamento com ela, um médico por mais conhecimento técnico que possua se não vender sua imagem junto aos pacientes, ao dono do hospital e a comunidade jamais conseguirá sucesso profissional, um advogado precisa vender constantemente seus argumentos e sua postura junto a juizes e clientes, um professor precisa vender o conteúdo da disciplina que ministra a seus alunos, e os políticos, ah, esses precisam ser verdadeiros vendedores de geladeiras para esquimós, mesmo com processos por ações ilícitas correndo em suas costas muitos ainda conseguem se reeleger. Sem perceberem isso, muitos jovens ainda acreditam que nada substitui livros e computadores, não acham que a interação com as outras pessoas somado a uma boa dose de espirituosidade também faça parte do desenvolvimento pessoal. Quem também não conhece amigos ou parentes diplomados com uma boa bagagem teórica, onde, em muitos casos seu histórico escolar faria inveja a grandes gênios, no entanto não conseguem colocação no mercado de trabalho, isso também está relacionado a arte de vender. Aliás, eu nunca conheci uma empresa que contratou algum funcionário apenas pelo seu histórico escolar, mas já conheci várias que contrataram um funcionário depois de uma bela entrevista. Esse tema é tão importante que deveria se transformar em uma disciplina básica para o ensino fundamental e médio em nossas escolas, se assim fosse, provavelmente conheceríamos menos gênios desempregados. Segundo a Associação Brasileira dos Inventores de cada cem patentes registradas apenas duas se transformam em produtos comercializados, dessa forma acho que o problema do brasileiro não é criar, mas sim vender.
Lendo um texto em uma coluna de uma revista a um certo tempo atrás ouvi falar de um tal Buter, que na realidade nem sei quem é, esse sujeito disse uma coisa extremamente interessante que quero ressaltar aqui para fechar o texto, ele citou a seguinte frase: “ Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas somente um gênio consegue vende-lo”.
Fonte:http://www.vencer.com.br/novo/artigoCompleto.php?id=145
domingo, 23 de março de 2008
O retorno da marca pessoal
Uma década atrás, lembro-me de dar gargalhadas sobre o livro Brand You 50, do Tom Peters, um dos primeiros de uma série de livros sobre como desenvolver uma “marca” pessoal. Arquivei este livro na caixa de “modismos” de management, algo que poderia funcionar nos EUA mas que jamais seria levado à sério no resto do mundo.Eu estava errada. E como.Hoje, entre os clientes a quem dou orientação executiva, sempre aparece algum pedindo para eu dar sugestões sobre como construir seu perfil e melhorar sua imagem (“marca”) pessoal no trabalho. Quase todos percebem que não é tão simples sentar, relaxar e esperar reconhecimento e promoções por um trabalho bem feito.Embora a maioria dos executivos reconheçam o poder da “marca” pessoal, algumas pessoas fazem isso melhor que outras. Confiança e cultura são os itens mais determinantes para quão longe as pessoas irão com suas “marcas” pessoais. Culturas mais individualistas, particularmente aquelas do mundo que fala inglês, lideram o caminho dos mais vergonhosos exemplos de desenvolvimento de “marca” pessoal. O pior de todos que eu conheci foi de um executivo canadense do segmento farmacêutico, atualmente atuando como capitalista de novos empreendimentos. Ele pediu a mim que escrevesse no lugar dele um romance baseado na sua carreira para promover sua pessoa e suas conquistas pelo mundo.Do extremo oposto da escala estão os executivos de culturas comunitárias, como aqueles da Ásia, Escandinávia e África, que se sentem genuinamente desconfortáveis quando lhes são dada atenção especial. Pode ser um grande esforço convencê-los que, num mundo globalizado, a visibilidade é importante para suas carreiras. Claro, as exceções notáveis a esta regra vêem da geração Xers da China – a geração dos filhos únicos batizados “Pequenos Imperadores” – que não têm dificuldade em se auto-promover.Então, para que a mudança? Por que é mais importante do que nunca desenvolver sua própria imagem, ou “marca”? Gosto das palavras de Seth Godin: “Muitos de nós são ensinados a fazer o melhor e depois deixar o mundo decidir como julgá-los. E agem dessa forma”. Mas além disso, algumas forças importantes emergiram na última década que tornam o conceito de “Brand You” crítico para o sucesso nos negócios e carreira. São eles:- Globalização: Integração internacional (através de forças econômicas, tecnológicas, sócio-culturais e políticas) que estão provando ser um mecanismo de balanceamento entre talento e oportunidade.- Mudanças organizacionais: A globalização e o aumento da competição pressionam por mudanças organizações e reestruturação que, por sua vez, aumentam a mobilidade, incerteza e a força da correnteza.
- Trabalhos orientados a projetos: tarefas orientadas para grupos são de curto-prazo e de mudanças rápidas, que podem rapidamente afetar suas reputações.- Gerenciamento da carreira: a responsabilidade de gerenciar carreiras passou do empregador para o empregado. Executivos de sucesso reconhecem que eles precisam ser “apropriadamente egoístas”, alocando sua lealdade para si próprios antes de fazer isso para a empresa.- Sociedade continuamente mais competitiva: em qualquer estilo de vida, tem sido cada mais importante aprender como se diferenciar na multidão, para obter melhores oportunidades.- A inexorável criação da “marca”: a construção da “marca” impregna por todas sociedades como forma de distinguir produtos, serviços e preferências pessoais. sites de relacionamento, como o LinkedIn, Facebook, e Bebo mostram como construir uma marca tornou-se um fato que claramente se moveu para o campo pessoal.Quais são suas reflexões sobre as forças que estão guiando o poder da marca pessoal? Há alguma lição que nós precisamos aprender sobre elas?
Fonte: Harvard Business Online
04/03/2008
Corkindale, Gill
Gill Corkindale é orientadora executiva (executive coach) e escritora estabelecida em Londres. Trabalha com gerentes e líderes do mundo inteiro e desenvolve estratégias de eficiência nos negócios e mudanças pessoais.
- Trabalhos orientados a projetos: tarefas orientadas para grupos são de curto-prazo e de mudanças rápidas, que podem rapidamente afetar suas reputações.- Gerenciamento da carreira: a responsabilidade de gerenciar carreiras passou do empregador para o empregado. Executivos de sucesso reconhecem que eles precisam ser “apropriadamente egoístas”, alocando sua lealdade para si próprios antes de fazer isso para a empresa.- Sociedade continuamente mais competitiva: em qualquer estilo de vida, tem sido cada mais importante aprender como se diferenciar na multidão, para obter melhores oportunidades.- A inexorável criação da “marca”: a construção da “marca” impregna por todas sociedades como forma de distinguir produtos, serviços e preferências pessoais. sites de relacionamento, como o LinkedIn, Facebook, e Bebo mostram como construir uma marca tornou-se um fato que claramente se moveu para o campo pessoal.Quais são suas reflexões sobre as forças que estão guiando o poder da marca pessoal? Há alguma lição que nós precisamos aprender sobre elas?
Fonte: Harvard Business Online
04/03/2008
Corkindale, Gill
Gill Corkindale é orientadora executiva (executive coach) e escritora estabelecida em Londres. Trabalha com gerentes e líderes do mundo inteiro e desenvolve estratégias de eficiência nos negócios e mudanças pessoais.
Onze formas de construir sua marca pessoal
Esta é a segunda parte da artigo sobre personal branding. Confira a primeira parte em O retorno da marca pessoal.Se, como argumentei na primeira parte, a marca pessoal é agora um pré-requisito para uma carreira de sucesso, o que ela precisa precisar oferecer?Sua marca pessoal precisa ser:- Convincente ao seu público- Autêntica- Consistente- ConhecidaEntão, o que você precisa fazer para isso ser realidade? Aqui vão algumas idéias, baseadas em minhas reflexões, em conjunto com o trabalho de Tom Peters e de outros que desenvolveram suas idéias ao longo da última década:Repense a forma como você enxerga sua imagem. Não se considere um empregado e sim um ativo que você possui. Esqueça o cargo que possui. Pergunte a você mesmo: O que eu faço que gera valor? Do que tenho mais orgulho?Reavalie sua lealdade. Aloque lealdade primeiramente a você mesmo. Depois, seja leal ao seu time, seu projeto, seus clientes e sua empresa.Seja autêntico. Seja honesto sobre quem você é – seus atributos e qualidades. Se você sabe quem é, pode promover uma marca pessoal honesta.Aprenda com as grandes marcas. Identifique o que faz você diferente da concorrência. O que você fez recentemente para fazer notado como diferenciado? Qual seria, na opinião de seus colegas e clientes, seu principal diferencial?Aumente sua visibilidade. Construa seu perfil internamente e externamente. Entre as formas de fazer isso existe a rede de contatos, participação em projetos de grande relevância, demonstração de habilidades em apresentações e workshops, redação de publicações internas ou externas, disponibilidade para participar de comitês ou painéis de discussão em conferências, etc.Seja consistente. Assegure-se que sua mensagem é consistente. Se for instável, minará seus esforços. Tudo o que você faz – e escolher não fazer – contribui para sua marca pessoal, desde sua forma de falar no telefone até a forma como se comporta em reuniões ou redige e-mails.
Equilibre conteúdo com estilo. Não esqueça que a forma como faz as coisas é tão importante quanto o que você faz. Você fala de forma sucinta? Concentra a atenção das pessoas? Olha para o lado?Crie e gerencie sua rede de marketing. Seus colegas, amigos, clientes e consumidores são importantes veículos de marketing de sua marca. O que é dito sobre você determinará o valor de sua marca.Aprenda a influenciar. Utilize seu poder pessoal, seu papel e sua rede de contato. Mas faça isso de forma sensata e inteligente ou não será considerado um líder confiável e de credibilidade.Obtenha feedback. Checar o valor de sua marca é fator crítico. Isto pode ser feito através de métodos formais como avaliação de 360 graus ou informalmente, pedindo às pessoas ao redor darem feedbacks verdadeiros e construtivos sobre suas performances. Outra forma de checar isso é participar de entrevistas de contratação, independentemente de desejar mudar de trabalho ou não, pois isso o ajudará a testar o valor de sua marca.Reavalie. Cheque sempre o que o motiva. Qual sua definição pessoal de sucesso? Escreva a você mesmo uma definição pessoal sobre porque você trabalha e cheque isso regularmente.Qual sua opinião? A marca pessoal é vital para seu sucesso no trabalho? O conceito é relevante apenas para os executivos dos EUA ou isso também é importante para gestores em mercados emergentes? Existe alguma desvantagem em fazer marketing de você mesmo dessa forma? Se há, o que você deve fazer sobre isso?
Fonte: Harvard Business Online
Corkindale, Gill
Gill Corkindale é orientadora executiva (executive coach) e escritora estabelecida em Londres. Trabalha com gerentes e líderes do mundo inteiro e desenvolve estratégias de eficiência nos negócios e mudanças pessoais.
Equilibre conteúdo com estilo. Não esqueça que a forma como faz as coisas é tão importante quanto o que você faz. Você fala de forma sucinta? Concentra a atenção das pessoas? Olha para o lado?Crie e gerencie sua rede de marketing. Seus colegas, amigos, clientes e consumidores são importantes veículos de marketing de sua marca. O que é dito sobre você determinará o valor de sua marca.Aprenda a influenciar. Utilize seu poder pessoal, seu papel e sua rede de contato. Mas faça isso de forma sensata e inteligente ou não será considerado um líder confiável e de credibilidade.Obtenha feedback. Checar o valor de sua marca é fator crítico. Isto pode ser feito através de métodos formais como avaliação de 360 graus ou informalmente, pedindo às pessoas ao redor darem feedbacks verdadeiros e construtivos sobre suas performances. Outra forma de checar isso é participar de entrevistas de contratação, independentemente de desejar mudar de trabalho ou não, pois isso o ajudará a testar o valor de sua marca.Reavalie. Cheque sempre o que o motiva. Qual sua definição pessoal de sucesso? Escreva a você mesmo uma definição pessoal sobre porque você trabalha e cheque isso regularmente.Qual sua opinião? A marca pessoal é vital para seu sucesso no trabalho? O conceito é relevante apenas para os executivos dos EUA ou isso também é importante para gestores em mercados emergentes? Existe alguma desvantagem em fazer marketing de você mesmo dessa forma? Se há, o que você deve fazer sobre isso?
Fonte: Harvard Business Online
Corkindale, Gill
Gill Corkindale é orientadora executiva (executive coach) e escritora estabelecida em Londres. Trabalha com gerentes e líderes do mundo inteiro e desenvolve estratégias de eficiência nos negócios e mudanças pessoais.
Dalton Di Franco, acadêmico de Direito, cria GAONA, a agência de Comunicação e Marketing

O Estado de Rondônia agora tem a primeira agência especializada em Comunicação e Marketing. Chegou a Gaona Prime. "Não vamos cuidar de propaganda. Vamos cuidar das estratégias para a empresa que nos contratar. Hoje, qualquer organização, não importa seu tamanho, precisa agir de forma estratégia para superar a concorrência que a cada dia se agiganta. A propaganda será apenas uma das ferramentas que utilizaremos", afirmou Dalton Di Franco, administrador de empresas e pós-graduado pela UNIRON-UNINTES, com 30 anos de experiência na área de Comunicação no Estado de RondôniaNatural de Rondônia, Dalton Di Franco tem passagens pelos jornais O Combatente, O Parceleiro, O Guaporé, Alto Madeira, O Estadão, e pelas rádios Eldorado do Brasil, Caiari, Progresso e Cultura FM de Porto Velho, além de televisões como TV Nacional, TV Norte,l entre outras. Atualmente atua na Redetv Rondônia (canal 17) e jornal Diário da Amazônia, além de lecionar na UNIRON as disciplinas de Fundamento de Marketing, Pesquisa Mercadológica, Marketing de Varejo e Serviço, Marketing de Relacionamento e Desenvolvimento Corporativo I.Dalton Di Franco também experiência em produção e apresentação de programas em rádio e televisão. Seus dois programas apresentados pela Redetv (canal 17), Plantão de Polícia, que aborda tudo o que acontece no setor da segurança do Estado, e Sábado Total, sempre às 12h15, são sucessos incontestáveis. A audiência diária supera até mesmo a poderosa Globo.Na área política, Dalton Di Franco já foi vereador, no ano de 1988, com a segunda maior votação do pleito, e Deputado Estadual, em 1990, com a sexta maior votação dentre os parlamentares eleitos naquele ano. Atualmente ele é considerado como virtual candidato a prefeito de Porto Velho pelo PDT, além de inúmeros convite para sair vice de outras legendas.Dalton Di Franco é o exemplo de sucesso pelas estratégias utilizadas ao longo de sua carreira profissional. Atualmente está cursando Direito na UNIRON.
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